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terça-feira, 10 de novembro de 2009

Semana decisiva para a PEC dos Jornalistas

Jornalistas, estudantes, professores de Jornalismo e todos os cidadãos defensores da informação qualificada, esta é a semana decisiva para a PEC dos Jornalistas. A proposta, apresentada pelo colega e deputado Paulo Pimenta (PT-RS), deverá ser votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal na quarta-feira, dia 11. Se a emenda passar, teremos dado uma grande passo em direção ao plenário, que poderemos restituir a obrigatoriedade do diploma para exercício do Jornalismo, caçado em 17 de junho de 2009 pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
É hora de cobrarmos posição dos deputados que elegemos e fazem parte da comissão. Já foram enviadas as listas do endereço de cada um. Isso é importante porque o empresariado, que se mantinha calado, resolveu sair da toca nas últimas semanas, publicando editoriais em jornais e tendo apoio ostensivo de alguns parlamentares na CCJ. Se eles agem assim, nós devemos mostrar o nosso espírito de luta enviando e-mail pedindo apoio para os deputados. Essa é a nossa parte!
Texto de Jorge Correa - Jornalista

segunda-feira, 12 de maio de 2008

JORNALISMO 2.0



“Se você deseja realmente aprender como se pratica o jornalismo digital, você vai aprender...” afirma o jornalista norte-americano Mark Briggs, em seu livro, jornalismo 2.0, como sobreviver e prosperar.(Journalism 2.0: How to Survive and Thrive). O livro foi lançado em janeiro de 2008 e pode ser baixado na integra, gratuitamente, em formato PDF nas versões inglês, espanhol e português (Download grátis PDF).
O livro tem excelentes dicas sobre a Web 2.0, mostra detalhadamente como funcionam equipamentos eletrônicos como: iPods, Pen Drives, MP3, telefones celulares e jogos online. Destacando sua aplicação no exercício do jornalismo.
Segundo o site do Centro Knight para o Jornalismo nas Américas da Universidade do Texas (Austin), que publicou o livro, Mark Briggs aborda também uma série de temas vinculados aos novos métodos de produção de reportagens na Web, como, por exemplo, técnicas de gravação, edição de áudio digital, podcasts, de captura e edição de imagens digitais (fotografia e vídeo), bem como de produção e narração de roteiros de notícias online.
Se você entrou ou saiu da faculdade de comunicação, achando que o mais importante é saber escrever bem. E que para os trabalhos menos intelectuais, tem alguém para fazer. Fique atento. Você é um excelente candidato ao desemprego. Hoje, não basta o jornalista saber escrever bem, têm que dominar novas ferramentas e acompanhar as mudanças constantes da tecnologia. ”Um bom repórter será redefinido como aquele que é suficientemente bom em qualquer veículo de comunicação”, diz Phil Meyer, veterano jornalista e professor universitário, autor do prefácio da edição em inglês do livro jornalismo 2.0.
Leia a reportagem do Centro Knight, sobre o lançamento do livro.